É pá, este tempo de caca que é para não dizer outra coisa não dá com nada. Sinto me mal, sinto me distraída, sem vontade de fazer nada, dores de costas, fico irritante e chata, ando meia desnorteada. E também com o tpm nao ajuda nadinha. Fonix. Merda de tempo. Volta sol. S. Pedrinho tem pena de nós e fecha as torneiras. Eu sei que gostas de ver as pessoas felizes, contentes e sorriso no gosto. E as meninas de perna à mostra. Vá lá, eu sei, nós sabemos que consegues fazer isso por nós. Sim? Sim? Vá lá. Não te custa nadinha e a nós faz um jeitaço do caraças.
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quinta-feira, 22 de maio de 2014
sexta-feira, 9 de maio de 2014
As pessoas mudam. Eu mudei.
Devido a certas circunstâncias na minha vida, por vezes penso em tudo o que era e sou e sei que mudei. Antes, era muito na minha bolha sem confusões nem complicações com os meus. Confiava de olhos fechados e punha sem interrogações as mãos no fogo por eles. Vivi num mundo em que tinha tudo o que queria e conquistei. Era uma pessoa introvertida com os desconhecidos e extrovertida com os conhecidos. Nada me punha mal disposta (tirando o mau acordar). Tinha a minha vida definida, com planos, datas e sonhos em cima da mesa para os realizar.
Há uns tempos atrás tudo mudou. Depois da decepção, da fase do porquê, da fase do porquê a mim, de ver as coisas com calma, de passar o tempo, saber a verdade e tentar colocar-me do outro lado, mudei. Não sei se para melhor ou pior mas mudei.
Tornei-me mais fria, desconfiada, calculista, orgulhosa, firme nas minhas decisões, solitária (no sentido de guardar certas coisas para mim), independente. Agora sou mais aventureira, quero sair da minha bolha, conhecer um novo mundo que não sabia que existia. Quer dizer, sei que existe mas agora quero experimentá-lo, quero vive-lo. Agora não elevo tanto as perspectivas que tenho nos outros e nem me dou aos outros.
Olhando para o passado e para o presente, sei que antes a minha vida era não automática mas simples e rotineira. Não no sentido diário mas de tempos a tempos fazia sempre a mesma coisa. Tinha (e tenho) trabalho, a família, os amigos e sei que eles eram o meu mundo. Ia trabalhar, saía com os amigos, estava com a família e sentia-me feliz com o pouco que tinha. Era a vida que sempre quis ter.
Depois da estalada, da desilusão, da decepção e do balde de água fria que apanhei, tudo começou a correr mal. O trabalho (ambiente) é uma m#$%#, nos amigos notei uma certa distância, na saúde vai outra m#$%# (em breve conto). Agora sou capaz e sinto-me com forças para decidir a minha vida e o meu caminho. Se não dá pela esquerda vou pela direita, mas parada não fico. Sinto-me com forças para mudar o rumo da minha vida, nem que seja sozinha.
Ainda dizem que as pessoas não mudam. Eu mudei...
terça-feira, 6 de maio de 2014
Dia Internacional da Não Dieta
Eu sei que sou uma menina muito bem mandada e já que hoje, segundo dizem os entendidos, é o Dia Internacional da Não Dieta, cá para casa pode ser uma palete de cada.
Sao muita bons... Não se preocupem com os próximos dias. Para mim todos os dias são dias da Não Dieta.
São mesmo muita bons.
Pai e filha
Conversa entre mim e o senhor meu pai:
Pai: - A tua mãe está?
Eu (acabadinha de acordar): Não sei. Acho que foi às compras e eu acordei agora.
Pai: Liga-lhe se vai demorar.
Eu (a olhar para o relógio): Pela hora ela deve estar a chegar. Não te preocupes.
Pai: Então vai para a cama para ver se ela.
Ok. Lá fui eu para a minha cama. E ela entretanto chegou..... 45 minutos depois.
Pai: - A tua mãe está?
Eu (acabadinha de acordar): Não sei. Acho que foi às compras e eu acordei agora.
Pai: Liga-lhe se vai demorar.
Eu (a olhar para o relógio): Pela hora ela deve estar a chegar. Não te preocupes.
Pai: Então vai para a cama para ver se ela.
Ok. Lá fui eu para a minha cama. E ela entretanto chegou..... 45 minutos depois.
domingo, 4 de maio de 2014
Ser desastrada é...
Levantar e ir comprar umas meias de vidro de propósito para andar de calções. Calço as meias, visto os calções, calço os sapatos e quando me levanto já tenho um foguete prestes a levantar voo. Ou seja, sempre que compro umas meias destas, nas minhas mãos ou melhor nos meus pés e nas minhas pernas só duram um dia. Ou neste caso só mesmo uns minutos. Pus um bocadinho de verniz transparente e quando os tirar vão para o lixo. Assim se gasta 2,20€.
quinta-feira, 1 de maio de 2014
Acabou os feriados
Pois é, depois de 3 semanas seguidas de feriados, pontes, festas e outros que tais só para Junho temos outro feriado, que (in)felizmente calha numa 3ª feira e depois em Agosto. Não é que fique muito chateada, mas ao menos estes seguidos podiam estar mais espaçados e agora vamos ter que gramar um mês e pouco sem nada pelo meio. NADA.
Eu sei. Nunca estou bem com o que tenho. Ou é tudo ou nada.
segunda-feira, 28 de abril de 2014
Lá para fora cá dentro
Como falei aqui, já tentei a minha sorte no estrangeiro. Sei que para muita gente este é um passo gigantesco mas para mim esta é a altura e o momento ideal. Tenho trabalho, mas como já falei várias vezes não me sinto realizada nem feliz profissionalmente. Todos os dias para mim é um sacrifício ir trabalhar não por causa das minhas tarefas mas por causa do ambiente. Ser rebaixada constantemente, não é para mim. Mostrar que está tudo bem quando na realidade apetece partir tudo. Estou cansada de tentar ser alguém, e estarem sempre a cortar as pernas.
As cartas estão lançadas e se não sair deste país enquanto for nova, não é quando for velha que o vou conseguir. Tenho pena de deixar os meus pais, amigos e família mas sei que continuarei a tê-los na minha vida e sei que estarão sempre prontos para me receber de braços abertos e tenho a certeza que me compreendem pois sabem tão bem quanto eu que este país não tem mais nada para dar aos seus jovens.
Por isso, quando tiver noticias digo. Até lá vou continuando a minha vida normalmente e tentando para não saltar a tampa.
sexta-feira, 25 de abril de 2014
domingo, 20 de abril de 2014
Dor de costas
Isto de estar deitada no sofá a não fazer nenhum não é para mim. Tenho cá uma dor de costas que vou-vos contar. Fonix. Saber bem, sabe mas depois é que são elas.
P.S. E logo que ganhe o Benfica.
P.S. E logo que ganhe o Benfica.
quinta-feira, 17 de abril de 2014
Como serão eles?
Na minha profissão, falo diariamente com fornecedores. Alguns já os conheço pessoalmente pois vão visitar-me à empresa. Os outros, é só mesmo por telefone. Muitas vezes quando falo com eles fico a imaginar como serão. Altos, baixos, gordos, magros, novos, velhos.
Tudo isto para dizer, que cada vez mais quando estou no trânsito, ou a fazer qualquer outra coisa fico a pensar como será a vida das pessoas. O que fazem, quem são, como são, o que gostam, do que gostam, dou palpites quanto à idade, onde moram, do que gostam....
Digam-me lá, tanta coisinha de interessante e dá-me para estas parvoíces.
Tudo isto para dizer, que cada vez mais quando estou no trânsito, ou a fazer qualquer outra coisa fico a pensar como será a vida das pessoas. O que fazem, quem são, como são, o que gostam, do que gostam, dou palpites quanto à idade, onde moram, do que gostam....
Digam-me lá, tanta coisinha de interessante e dá-me para estas parvoíces.
quarta-feira, 26 de março de 2014
Conta-me os teus medos
Porquê que não me dizes o que tens? Divide comigo os teus medos, os teus sonhos, as tuas alegrias e as tuas tristezas. As tuas alegrias e a tua felicidade tu dizes-me, mas e as coisas más? Porquê que não saí da tua boca? Não desesperes sozinho. Diz-me. Como disseste uma vez, na saúde e na doença, na alegria e na tristeza. Porquê que agora não falas? Não gosto nada disto. Já te conheço à muitos anos e sei o teu estado de espírito quando olho para ti. Fala. O que sou para ti? Não mereço a tua confiança? Fala. Só te peço isto. Conta-me o que te atormenta. Conta-me os teus medos. Por favor,....
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
Eu quero, mas não tenho mas vou ter... talvez
O que eu queria.....
A triste realidade....
Triste vida a minha. Dinheiro, eu gosto muito de ti, não consigo viver sem a tua presença. Volta que eu prometo dar-te uma vida de rico. Voltas para mim?
A triste realidade....
Triste vida a minha. Dinheiro, eu gosto muito de ti, não consigo viver sem a tua presença. Volta que eu prometo dar-te uma vida de rico. Voltas para mim?
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
Chefe...
Um novo chefe, engenheiro, que acabou a universidade à 1 ano e foi condecorado meu chefe, (eu que trabalho na empresa à 6 anos) sou a subordinada. Não estou chateada por ele ser meu chefe, aliás, ele é muito mais organizado, mesquinha e tal e coisa e coisa e tal do que eu, mas estou f***** porque ele agora quer controlar o que estou a fazer, manda-me fazer as coisas (não é pedir), empurra para mim para fazer telefonemas, tratar de coisas que ele pode e sabe muito bem fazer, mas à que se mostrar. Em breve, vai-me saltar a tampa, e não me responsabilizo pelos danos que aí vêm.
quarta-feira, 1 de maio de 2013
Desabafo
Não sei como começar. Imensas coisas que não me deixam falar, estão na minha cabeça e no meu coração como um novelo de lã. Mas isto é tudo para ti, para o meu aladino.
Sei que estás farto que eu fale da mesma coisa, mas eu não consigo deixar de pensar no que nos aconteceu. Sempre me disseram que o amor é um belo sentimento, eu senti o que era o amor, no verdadeiro sentido da palavra, mas neste momento eu odeio este sentimento. Não consigo perceber como é que o meu gato, deixou acontecer tudo isto. Como? Porquê? Será que a culpa é minha? Será que a culpa foi minha? Eu tenho quase a certeza que não.
Com esta dor aprendi uma lição para a vida. Nunca, mas mesmo nunca podemos acreditar que temos tudo de mãos dadas. Sei que neste aspecto falhei, pois o amor é como um jardim, temos de o regar, tratar para o manter vivo e vistoso, e não deixar que as ervas daninhas apareçam e estraguem. É a única coisa que eu acho que falhei.
A nossa relação sempre teve presa por uma corda e com um nó cego, mas esse nó e essa corda começaram a enfraquecer. A corda está em fios soltos e o nó está a ficar um laço que eu não quero que se desmanche.
A nossa relação sempre teve presa por uma corda e com um nó cego, mas esse nó e essa corda começaram a enfraquecer. A corda está em fios soltos e o nó está a ficar um laço que eu não quero que se desmanche.
Estás arrependido ter começado a namorar cedo? Sei que fui a tua primeira namorada e sempre me disseste que seria a última, mas será mesmo? Como é que alguém conseguiu estragar uma relação de quase uma década?
Neste momento estás comigo, sempre a meu lado, mas eu sofro imenso. Vivo com receio que tudo volte a acontecer, que não nos deixe em paz, que me mintas, que escondas,... O que vamos fazer? O que queres fazer? Eu já te disse muitas vezes o que acho que é melhor para nós, pelo menos por enquanto. Deixa o pó assentar, deixa o tempo, a saudade, o amor falarem por nós.
Contudo isto, cada vez estamos mais distantes, as nossas conversas deram lugar a discussões, os nossos sorrisos deram lugar às lágrimas,os nossos abraços deram lugar às mãos dentro dos bolsos e sei que cada vez mais a vontade de estarmos juntos é pouca, não por falta de amor mas porque sabemos que vai haver discussões, lágrimas e amuos.
Porquê que deixamos de fazer tantas coisas que fazíamos, como ir ao cinema, sair à noite, ir às compras, andar a pé, irmos até à praia. Tu agora recusas-te fazer isso porquê? Porquê que agora só queres estar em casa? Porquê que deixas-te de ser o homem romântico, carinhoso, compreensivo, sempre disposto a ouvir, sempre com uma palavra de força e coragem. Onde estás tu meu príncipe? Até os nossos amigos já repararam isso, que estás diferente, mas mesmo assim tu não dizes o que se passa. Engoles e não dizes nada.
Sabes que isto está a matar-me por dentro, sabes que a minha cabeça anda a 1000. Tu conheces-me muito bem e eu também sei que estou diferente. Deixei de ser a namorada sorridente, sempre com novidades para contar, sempre com piadas, sempre bem-disposta.
Sabes muito bem que és tu o homem da minha vida, aquele que sempre sonhei construir uma família, sonhei para meu marido e sabes também que nunca quis casar, que para mim a festa é uma desperdício de dinheiro, mas também mudei de ideias quanto a isso porque para ti é muito importante teres a tua família por perto nesse dia especial.
Sabes também que sempre fiz tudo por ti, mesmo contrariada porque sei que certas coisas são importantes e eu só te quero ver feliz. Ver o teu sorriso faz-me ainda mais feliz.
Estou cansada de tentar recuperar o que já fomos, mas vou continuar. Afinal não tenho nada a perder.
Da tua eterna princesa.
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