quinta-feira, 17 de abril de 2014

Como serão eles?

Na minha profissão, falo diariamente com fornecedores. Alguns já os conheço pessoalmente pois vão visitar-me à empresa. Os outros, é só mesmo por telefone. Muitas vezes quando falo com eles fico a imaginar como serão. Altos, baixos, gordos, magros, novos, velhos.
Tudo isto para dizer, que cada vez mais quando estou no trânsito, ou a fazer qualquer outra coisa fico a pensar como será a vida das pessoas. O que fazem, quem são, como são, o que gostam, do que gostam, dou palpites quanto à idade, onde moram, do que gostam....

Digam-me lá, tanta coisinha de interessante e dá-me para estas parvoíces.


quarta-feira, 16 de abril de 2014

Coisas que eu não sei como funciona. Alguém me explica?

Como é que eu posso escrever um post e querer mencionar o link para outro que já foi feito? Como às vezes aparece nos vossos a dizer, por exemplo. "Neste, neste e neste post falei sobre a minha vida". E o que está escrito a negrito vai reencaminhado para outro link. Alguém percebeu? Alguém me explica como se faz?

domingo, 13 de abril de 2014

Vamos até à esplanada?

Nunca foi hábito meu frequentar esplanadas. Mas nos últimos tempos, mesmo quando o tempo está agradável apetece-me fazer isso. Realmente com a idade mudámos.

domingo, 6 de abril de 2014

Estou nostálgica

Sempre que vejo estas plantas, lembro-me sempre da minha infância. É automático. Boas recordações. Já são mais de 20 anos, mas nunca me esqueço. E até mesmo dos 2 rapazes que brincavam comigo (que nunca mais os vi, mas sei por onde andam). Oh tempo, volta para trás.


terça-feira, 1 de abril de 2014

Não é mentira, é mesmo verdade

Hoje não é mentira, é mesmo verdade. Troquei o caminho quando saí do trabalho para ir para casa e... pimba uma traseirada num carro. A chover como chovia, uma zona onde ganha sempre um tapete de água (não sei se é assim que se diz) e não houve travões que segurassem o carro. O meu ficou com a frente linda. O outro não teve quase nada.

Realmente o ano ainda vai no quarto mês e está a ser uma verdadeira merda.


segunda-feira, 31 de março de 2014

Domingo em casa

Ontem soube-me pela vida ficar em casa todo o dia (só saí para jantar). Soube bem estar com as mantas nas pernas e com a lareira acesa. Para companhia tinha o tablet, o telemóvel, um livro e a tv (será que é possível acabar com os programas ranhosos de domingo?). Fui alternando sempre que me cansava. Preferia outra companhia, mas estava a pôr o sono em dia. Foi um domingo diferente. O tempo também não deixava que puséssemos os pés fora da porta.